Varejo na Páscoa: entenda como a tecnologia apoia o seu negócio

30/03/2021 às 15:13

Vamos para o segundo ano de uma ‘Páscoa pandêmica’. Ou seja, com diversas restrições, que vêm sendo impostas desde o início da crise sanitária. 

No entanto, no que diz respeito ao varejo, as expectativas estão melhores para 2021, uma vez que a experiência obtida no ano passado ajudou a consolidar operações melhor estruturadas e organizadas.

Embora as vendas presenciais tenham diminuído consideravelmente, o e-commerce deu um salto expressivo e reforçou a importância da digitalização do varejo

Neste artigo, vamos mostrar, portanto, como o setor se prepara para mais uma data comemorativa permeada por barreiras sanitárias e isolamento social. Você verá:

  • Expectativas para o varejo na Páscoa 2021
  • Como a tecnologia apoia o setor
  • De quais formas a nuvem contribui
  • Por que a IoT é uma realidade no segmento
  • A importância do Big Data em datas comemorativas

Varejo na Páscoa: como será em 2021

Em 2020, a Páscoa foi a primeira data comemorativa a enfrentar a pandemia, o que fez os índices de vendas do varejo despencarem. 

O motivo é simples: muitas pessoas ainda não estavam habituadas a comprar online, resultando em um forte impacto nos indicadores. Somente as vendas de chocolates – as grandes estrelas da ocasião -, caíram 33% na comparação com 2019, segundo dados da consultoria Boa Vista.

Em 2021, com o setor mais preparado, as expectativas são positivas. A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) prevê um crescimento de 10% a 15%. E um dos principais motivos é justamente o fato de os estabelecimentos terem criado uma infraestrutura específica para as compras virtuais.

Os estoques também foram planejados de acordo com a atual realidade, diferentemente do que ocorreu no ano anterior (quando a pandemia pegou todos de surpresa). 

Além disso, os preços dos principais itens comercializados na ocasião estarão mais altos, como:

  • os ovos de chocolate (+11%),
  •  as caixas de bombom (+10,7%), 
  • o bacalhau (+15,6%) 
  • e os vinhos nacionais (+10,3%).

Todos esses ajustes foram essenciais para preparar os varejistas para uma das principais datas comemorativas do ano.


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Como a tecnologia apoia o setor

Repensar o estoque, organizar as equipes e reforçar o site para o aumento das demandas. Todas essas estratégias adotadas pelos estabelecimentos para faturar mais na Páscoa dependem do uso correto de recursos tecnológicos apropriados

A consultoria McKinsey, por exemplo, destaca a adoção de ferramentas digitais como a chave para estabelecimentos alcançarem crescimento lucrativo em um ambiente competitivo.

“A disrupção no varejo online é um fenômeno global”

Fonte: McKinsey

E um dos elementos centrais, de acordo com a consultoria, é a conectividade. Aqui, não estamos falando apenas do uso de soluções específicas ou então da contratação de um plano corporativo de internet para suportar as vendas. O conceito vai além, permitindo que ferramentas e plataformas funcionem de maneira integrada.

Assim, a infraestrutura tecnológica permeia todas as áreas da companhia, assegurando que computadores, programas, sistemas operacionais e dispositivos em geral estejam disponíveis (independentemente do local onde os usuários estejam), sejam estáveis e tenham capacidade de operar em rede.

É vital para os e-commerces, mas não somente para viabilizar as vendas. Também possibilita o trabalho em equipe, mesmo a distância, e a integração de todas as áreas.

Tudo na nuvem

A cloud computing é essencial para amplificar os resultados do Varejo na Páscoa, já que os ambientes em nuvem oferecem flexibilidade e escalabilidade aos negócios

Aliás, são duas características essenciais para suportar a demanda em datas comemorativas, nas quais costuma haver a necessidade de ampliar a capacidade dos sites para receber mais visitas.

Além disso, com a contratação de servidores remotos, diminui-se o investimento em hardware. Desse modo, os sistemas e dados corporativos são acessados virtualmente, dispensando a necessidade de ocupação de espaço físico nas dependências da empresa.

A nuvem ainda permite a colaboração das equipes que trabalham nas operações de varejo, uma vez que arquivos e programas podem ser acessados simultaneamente – e em tempo real. 

Trata-se de uma solução estratégica para gerir os negócios com flexibilidade, disponibilidade, escalabilidade e segurança.


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IoT contribui para a gestão do varejo na Páscoa

A Internet das Coisas ou IoT (sigla de Internet of Things) é essencial, hoje, ao bom desempenho do varejo. Analistas do Gartner e da McKinsey , inclusive,  afirmam que o recurso é capaz de contribuir efetivamente para tirar os negócios da crise ocasionada pela pandemia.

No caso do varejo na Páscoa, por exemplo, dispositivos conectados à rede podem otimizar a gestão de diferentes formas. Veja, a seguir, alguns exemplos mais relevantes:

  • Manutenção de equipamentos: sensores conseguem identificar com mais precisão se está tudo certo com o funcionamento de equipamentos importantes, como refrigeradores. A tecnologia ajuda a identificar oscilações de temperatura, que podem danificar os alimentos, e prever falhas;
  • Logística: o transporte das mercadorias pode ser mais eficiente com a digitalização do sistema. Tecnologias de GPS, por exemplo, são capazes de otimizar rotas, contribuindo para a agilidade das entregas;
  • Inteligência de demanda: quando os estoques são automatizados, há um controle minucioso, e em tempo real, dos produtos disponíveis. Além disso, esse tipo de informação permite rastrear oportunidades de venda, contribuindo para o incremento do faturamento;
  • Nas lojas físicas: a IoT é o futuro das lojas físicas. A inteligência analítica consegue identificar o comportamento dos clientes que circulam pelos locais, podendo sugerir campanhas específicas ou então otimizando o atendimento. Ademais, tal abordagem facilita o pagamento, uma vez que é possível escolher e realizar a compra por meio de aplicativos ou totens específicos, por exemplo.
  • Distanciamento: ainda nos ambientes presenciais, sensores e câmeras contribuem para monitorar os espaços, possibilitando a identificação de possíveis aglomerações. É uma forma de reforçar a segurança a partir de um monitoramento inteligente.

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Dados no varejo

Enquanto a IoT capta os dados, o Big Data é o conceito que os analisa em grandes volumes. Trata-se de uma área de conhecimento baseada em quatro características específicas: veracidade, volume, velocidade, variedade e valor

Ao recolher as informações e tratá-las em volumes consideráveis, sistemas e plataformas produzem relatórios capazes de embasar muitas decisões.

Ou seja, são insumos para orientar ações para os negócios, tais como:

  • Prever demandas e tendências: assim, é possível organizar melhor os estoques. Em datas comemorativas como a Páscoa, consegue-se identificar se um sabor de chocolate está mais em alta que o outro, por exemplo;
  • Estratégias de marketing e fidelização de clientes: conhecendo bem os clientes é possível fazer ações mais direcionadas e, consequentemente, assertivas;
  • Otimização do e-commerce: ao prever movimentações de consumo, a companhia consegue organizar melhor o estoque, aumentando ou reduzindo a produção.

Em situações ocasionais, como feriados, a análise dos dados permite construir uma estratégia mais eficiente e robusta, otimizando o estoque e construindo ações personalizadas para o público que se deseja atingir.


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É importante cuidar da cibersegurança

Sempre que há mais dados circulando na internet, os criminosos redobram a atenção, pois têm maiores possibilidades de atuação. Em datas comemorativas, como o volume de pessoas comprando é grande, as investidas também tendem a ser maiores.

Para se ter uma ideia, a consultoria Gartner apurou que a cibersegurança foi considerada o principal desafio por líderes que atuam em compliance. Segundo o estudo, ferramentas voltadas para a proteção dos dados são imprescindíveis para suportar as jornadas de transformação digital das companhias. 

É necessário, portanto, buscar ferramentas para proteger a companhia e seus clientes contra esse tipo de situação.

Seja soluções como o  Vivo Filtro Web WSG, que protegem e alertam sobre sites ou e-mails suspeitos, por exemplo. Ou até mesmo ferramentas de monitoramento de redes, que ajudam a bloquear fluxos intensos de tráfego que não são esperados.


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Conclusão

Como vimos, é essencial prever a modernização tecnológica do seu negócio na estratégia de varejo na Páscoa, seja com soluções que viabilizam as compras online quanto em lojas físicas. 

Os recursos digitais são imprescindíveis nesse contexto, pois aparecem como a base dos e-commerces. E, ainda, podem dar um novo fôlego às lojas físicas.

Ciente dessa necessidade de mercado, a Vivo Empresas oferece soluções tecnológicas flexíveis e dedicadas a apoiar pequenas, médias e grandes varejistas. 

Para isso, destacam-de em seu portfólio serviços em Cloud, Segurança da Informação, Big Data e Conectividade, além do aluguel de Equipamentos de microinformática, Ferramentas de Colaboração para videoconferências, IoT e gestão de TI.

Quer saber mais sobre como a tecnologia pode apoiar o varejo em datas comemorativas? Veja os artigos que separamos para você:

Até a próxima!

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