Lucrando com o Plant-Based: Estratégias para o Sucesso Financeiro

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Menos carne, mais plantas! Muitos consumidores vêm dizendo “não!” aos produtos de origem animal, apontando interesse cada vez maior ao estilo de vida vegano ou vegetariano – comportamento que abre um leque de oportunidades para pequenas e médias empresas no mercado plant-based. 

O crescimento do setor deverá chegar a 12% em 2027, segundo dados do The Good Food Institute Brasil (GFI) e do Meticulous Market Research. 

A estimativa é de que até 2030, o segmento movimente, em todo o mundo, valores na casa dos US$ 162 bilhões e até 2035, US$ 370 bilhões. 

No Brasil, até quem não abre mão da proteína animal está preferindo diminuir o consumo – caso de 49% das pessoas nos últimos meses, além de 39% que estão investindo três vezes por semana em alternativas vegetais no lugar das animais. 

Isso significa que existe um mar de oportunidades para empresas do ramo de alimentação, que podem tirar vantagem dessa tendência para ver seu negócio se tornar um sucesso. 

Por isso, daqui até o fim desta leitura, você vai saber: 

  • O que é plant-based; 
  • Alimentos mais populares; 
  • O mercado cosmético do modelo; 
  • Perfil do público-alvo; 
  • Como investir nesse mercado. 

Plant-based: o que é?  

Plant-based são produtos que utilizam como matéria-prima as plantas. OK! Eles sempre estiveram nas prateleiras dos supermercados – leite de coco e leite de amêndoas, entre outras variantes, são alguns exemplos – mas a grande novidade são os itens que substituem a proteína animal propondo imitá-la. As chamadas proteínas alternativas. 

Falamos de uma categoria que às vezes conta até com tecnologia para levar a aparência, a textura e o sabor animal para o mundo vegetal, por isso é uma oportunidade para o desenvolvimento de novas foodtechs – startups que implementam inovações no segmento alimentício desde a produção, distribuição e venda até o consumo final. 

Inicialmente, a linha de produtos plant-based tinha como principal público-alvo as comunidades: 

  • Vegana: que não consome qualquer produto de origem animal ou que tenha envolvimento animal em alguma fase de seu processo; 
  • Vegetariana: que não consome produtos ou subprodutos derivados da carne animal; 
  • Grupos com restrições alimentares. 

Agora, com a expansão dos flexitarianos (pessoas que ainda comem carne, mas reduziram significativamente o consumo), o setor vem se ampliando exponencialmente, inclusive para as PMEs, consideradas as pioneiras desse mercado, afinal as grandes empresas ajudam a dar visibilidade ao tema, mas no dia a dia, quem toma a frente são as empresas menores – pequenos comerciantes, o restaurante da esquina e até a doceira que revende na cafeteria do bairro. 

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Alimentos plant-based já populares 

Quer inspirações para saber por onde começar? Então confira a lista dos produtos alimentícios plant-based mais comercializados nas gôndolas dos supermercados e clique para conferir suas receitas: 

É tudo novo para você e está achando uma loucura esse papo de linguiça vegetal?  

Expanda seus horizontes e lembre-se de que a partir de alimentos como a soja, a ervilha, o grão-de-bico e muitos outros, dá para dar “cara e sabor da carne” para muita coisa! 

Cosmética plant-based 

Também são considerados plant-based os produtos de beleza que priorizam fórmulas limpas, à base de ativos mais gentis à pele e ao planeta: o potente mercado vegano do mundo cosmético. 

Nesse eixo, o mel, a cera de abelha e o colágeno são alguns exemplos de ingredientes muito comuns. Confira alguns itens: 

. Sabonetes 

. Hidratantes 

. Desodorantes 

. Linhas de skincare 

Características do público consumidor 

Há uma série de razões para que as pessoas escolham o consumo de produtos plant-based. Conheça agora o perfil desse grupo e saiba como trabalhar sua comunicação para conversar com ele. 

  • Preocupação com o bem-estar animal: evitam produtos de origem animal porque se preocupam com a exploração dos bichos na indústria alimentícia, de vestuário e em outras áreas. 
  • Preocupação ambiental: muitos consideram que a produção de alimentos de origem animal tem um impacto ambiental significativo — incluindo desmatamento, emissões de gases de efeito estufa, uso excessivo de água e poluição. Por isso optam por dietas que reduzam esses impactos. 
  • Saúde e bem-estar: acreditam que aderir a esses produtos pode ter benefícios para a saúde, como a redução do risco de males crônicos, como doenças cardíacas, diabetes e outras, como o câncer. 
  • Consciência alimentar: tendem a ter uma consciência aguçada sobre os ingredientes dos alimentos e na maioria das vezes leem rótulos com cuidado antes de comprar. 
  • Ativismo e engajamento social: muitos são ativos em causas relacionadas aos direitos humanos e dos animais, além do engajamento ambiental e na promoção de estilos de vida mais sustentáveis. 
  • Busca por alternativas: frequentemente buscam e apoiam produtos e empresas que oferecem alternativas consideradas limpas para o planeta. 

Agora que você já conhece o perfil do grupo, fica mais fácil saber onde estar, o que falar e como trabalhar sua comunicação para alcançar esse público. 

Plant-based: como investir nesse mercado? 

A ampla biodiversidade brasileira é um prato cheio para quem quer levar às mesas do país mais opções de produtos plant-based em cardápios diversos, saudáveis e saborosos com o que há de melhor em grãos integrais, legumes, hortaliças, feijões, frutas e sementes. 

Se essa pode ser uma alternativa para o seu negócio, não deixe de: 

  • Realizar pesquisas: as pesquisas de mercado te ajudarão a entender a demanda de produtos plant-based na sua região para que você identifique seu público-alvo, seus hábitos de consumo e até mesmo a viabilidade da sua empresa. 
  • Se diferenciar: busque formas de se destacar no mercado com a entrega de sabores únicos, ingredientes inovadores, práticas sustentáveis, entre outros. 
  • Atuar dentro das regulamentações: certifique-se de que seu negócio está em conformidade com todas as regulamentações locais e nacionais relacionadas à produção e venda de alimentos. 
  • Escolher bons fornecedores: prefira parceiros confiáveis e de alta qualidade para os ingredientes que você usará em seus produtos. 
  • Comunicar práticas sustentáveis: dada a natureza plant-based, destaque as práticas sustentáveis usadas em sua cadeia de suprimentos e operações. 
  • Buscar parcerias estratégicas: considere parcerias com agricultores locais, distribuidores e outros negócios que compartilhem sua visão. 
  • Trabalhar marketing e marca: construa uma marca sólida e eficaz que comunique os valores e a missão da sua empresa. 
  • Fazer testes e pedir feedback: realize testes de mercado e peça avaliações dos clientes para aprimorar seus produtos e serviços. 
  • Treinar sua equipe: se você tiver funcionários, não abra mão de treinamentos para que entendam os princípios e valores da alimentação plant-based. 
  • Pensar nos canais de distribuição: decida como você vai vender seus produtos – se via loja física, e-commerce, mercados locais, parcerias com restaurantes etc. 

Trabalhe sempre com uma abordagem inovadora, focando na qualidade e na entrega de valores únicos para a clientela. Além disso, sempre esteja disposto a aprender e se adaptar à medida em que o mercado evolui. 

Seja encontrado nas redes com facilidade! 

Pesquisas mostram que os consumidoresplant-basedmuitos deles das classes A e Bsão verdadeiros exploradores de comida nas redes. 

Quase sempre buscam por produtos em plataformas como o Google e preferem, inclusive, comprar de produtores menores – justamente porque consideram que a prática é mais sustentável. 

Nesse cenário, gestores que utilizam sites de forma estratégica saem à frente ao utilizar recursos simples para que seus negócios apareçam com maior destaque nas buscas. 

Se o seu site está mal posicionado, seu problema pode estar no uso correto de palavras-chave – os termos teclados pelos consumidores para encontrarem o que precisam.  

Para isso, o portfólio de Vivo Empresas já tem a solução para PMEs: o SEO Tool, ferramenta que melhora o desempenho da sua marca nas principais plataformas de busca. 

Simples e intuitiva, a solução combina técnicas de SEO (Search Engine Optimization, ou motor de otimização de busca, na tradução) para aumentar sua posição nas buscas e levar clientes de qualidade diretamente para o carrinho de compras. 

É você mais competitivo e menos preocupado em ter que encontrar potenciais compradores, já que será encontrado com muito mais facilidade. 

Conte com a ajuda de nossos especialistas e confira todas as vantagens! 

Fique e aproveite a seleção de conteúdos que separamos para você: 

. Wi-Fi em bares e restaurantes: por que é fundamental para aumentar a receita do seu negócio 

. Como aplicar SEO on-page para melhorar o ranqueamento do seu site 

. Varejo alimentar: tendências e expectativas do mercado 

Até a próxima! 

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