Vendas no exterior: saiba quais recursos são capazes de ampliar sua operação para além das fronteiras do país

04/02/2021 às 9:27

Fazer sucesso em seu segmento de atuação é, sem dúvida, o objetivo de todo empreendedor. Agora, quebrar a barreira nacional e ampliar as vendas no exterior é um desafio ainda maior . 

Para se preparar para essa nova etapa, a qualidade do seu serviço ou produto pode não ser o suficiente para se diferenciar da concorrência. Para isso, faz-se necessário o desenvolvimento de toda uma operação específica – o que inclui o aprimoramento da infraestrutura tecnológica da empresa

O cenário atual, as tendências do mercado global e as melhores tecnologias para o seu negócio dar certo ao navegar por novos mares são os temas deste artigo. Você vai ver também:

  • Vendas no exterior: do Brasil para o mundo;
  • Como ampliar vendas no exterior usando a tecnologia;
  • Cloud, Conectividade e Segurança da Informação.

Vendas no exterior: do Brasil para o mundo

O ano de 2020 trouxe desafios impensáveis para empresas de todos os setores. 

Com isso, planejamentos de longo prazo tiveram que ser alterados do dia para a noite, assim como os modelos de trabalho foram ressignificados para diversas categorias profissionais.

Apesar dos desafios, balança comercial brasileira apresentou resultado positivo.

Mesmo assim, apesar do cenário desafiador, a nação tem dados animadores para quem pretende aumentar as vendas no exterior ou entrar neste mercado: 

  • No ano passado, a balança comercial do País observou um superávit de US$ 50,9 bilhões. Ou seja, o Brasil exportou mais do que importou.
  • Esse valor representa uma boa alta em comparação com a balança de 2019, que testemunhou um superávit de US$ 48 bilhões;
  • Ao todo, em 2020, foram US$ 209,921 bilhões em exportações e US$ 158,926 bilhões em importações.

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Para Lucas Ferraz, secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, “a forte resiliência das exportações brasileiras foi muito influenciada pelo ritmo de recuperação da região asiática, sobretudo a China”.

Esse padrão difere muito do observado no resto do mundo, onde o volume exportado foi mais duramente atingido que no caso brasileiro e a recuperação ocorre mais claramente a partir de maio de 2020.”

Olhando para 2021, os dados são bons para quem quer aumentar as vendas no exterior. De acordo com o governo, espera-se uma alta de 5,3% nas exportações e de 5,8% nas importações.

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Como ampliar vendas no exterior usando a tecnologia

Para aumentar as vendas no exterior, é importante lembrar como a pandemia mudou a forma de comprar no Brasil. Dados da Report Neotrust mostram alguns insights:

  • Aumento de 112% em pedidos online somente no segundo trimestre de 2020; de 39 milhões em 2019 para R$ 82,8 milhões;
  • Crescimento de 104% no faturamento do e-commerce. De R$ 16,2 bilhões para R$ 33 bilhões também neste período;
  • Deste total de vendas, os novos e-shoppers (consumidores virtuais) têm participação de 24,2%.

O Google também fala da profunda transformação da última década nos meios de pagamento, com os cartões passando a representar 39% das transações financeiras.

Essa pesquisa também viu o dinheiro vivo cair em desuso, de 46% para 31% das transações.

Em 2020, inclusive, as buscas por links de pagamento e QR Code cresceram 375% e 103%, respectivamente, enquanto downloads de aplicativos de pagamento subiram 163%.

Com o lançamento do PIX, por exemplo, há todo um novo caminho para as empresas receberem pagamentos imediatamente.

Além das transações financeiras, o Gartner cita algumas tendências para 2021 e são um excelente ponto de partida para aumentar as vendas no exterior e se preparar para o novo cenário:

A Vivo Empresas, apoia companhias a ficarem preparadas para as tendências de um futuro cada vez mais próximo. Veja:

Conectividade para sites mais estáveis

A conectividade é importante para garantir estabilidade na hora de começar as vendas no exterior.

Sistemas avançados com tecnologia de ponta ajudam a melhorar a produtividade, que é a base para a transformação digital do negócio.

De acordo com o Gartner, a hiperautomação, ou seja, a capacidade de deixar automatizado o maior número de atividades possível em uma companhia, é uma das tendências para 2021.

Isso só é possível, contudo, quando há o suporte de uma rede de equipamentos interligada realizando essas operações de maneira extremamente ágil, apoiados por uma conexão de ponta. Para exportar, o ganho de eficiência alcançado por essa automação se torna um diferencial de extrema importância.

A estabilidade do site da companhia, assegurada por uma boa rede, ainda é crucial para quem quer vender para fora do Brasil, pois permite evitar problemas como carrinho abandonado. 

Quando se pensa em exportações, a competitividade aumenta significativamente e detalhes como o tempo de carregamento da página da empresa passam a ser cruciais.

Essa tecnologia ainda permite que profissionais trabalhem com mais mobilidade, o que é essencial quando se pensa em expandir.

Cloud para atuação à distância

De acordo com previsão do Gartner, os investimentos da TI corporativa em nuvem pública devem continuar avançando. Com isso, o investimento em serviços de cloud deve aumentar 18% em 2021.

Com essa tecnologia, é possível que um funcionário que esteja no exterior, por exemplo, possa acessar, simultaneamente, os mesmos arquivos de quem está em território brasileiro. Isso traz um ganho de mobilidade para a equipe que pode se tornar uma importante vantagem competitiva.

Além disso, essa solução permite elasticidade na capacidade de armazenamento de dados com facilidade, o que ajuda a comportar cargas extras de informações vindas de operações, transações e realização de serviços em novos mercados.

Entenda mais sobre os diferentes tipos de nuvem e qual o modelo ideal para reduzir custos e se beneficiar dessa tecnologia para expandir para fora do Brasil:

  • Nuvem privada: é um espaço virtual exclusivo feito sob demanda para as necessidades específicas de uma companhia e onde os dados são hospedados de maneira privada.
  • Nuvem pública: a infraestrutura é dividida com outras empresas. Seus dados, claro, estarão protegidos por dispositivos de segurança. A analogia é parecida com um prédio comercial: é como se você alugasse um escritório em um prédio, onde várias pessoas têm acesso ao edifício, mas você controla quem entra no seu escritório. 
  • Nuvem híbrida: é o melhor dos dois mundos, onde você pode deixar dados mais sensíveis em uma nuvem exclusiva, enquanto outros dados podem estar em uma nuvem pública, trazendo flexibilidade e escalabilidade para que a empresa contrate exatamente o que precisa;
  • Multicloud: a vantagem do multicloud é trabalhar com diversos provedores, assim a empresa tem sempre a melhor solução à sua disposição. Quando se há mais de um provedor, é mais fácil de reduzir riscos, porque o tempo de resposta entre o servidor é menor e o multicloud costuma trazer valores mais atrativos. 

Segurança da Informação para trazer proteção

Por fim, a segurança da informação é necessária para dar confiança ao cliente, mas também para a própria empresa, evitando ataques hackers e outras ameaças online.

Segurança da informação é fator crucial para quem quer exportar

Vale lembrar que a responsabilidade pela proteção e gestão de dados de consumidores, funcionários e fornecedores fica com a companhia, de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

No exterior, existem legislações semelhantes, como é o caso do RDPG (Regulamento Geral Sobre Proteção de Dados) da União Europeia, que regula, entre outras atividades, a exportação de dados para fora do território europeu.

Assim, é crítico que as empresas estejam aderentes às legislações dos países em que comecem a operar e isso passa por uma robusta estrutura de segurança.

Elencamos cinco pontos que mostram a importância em investir na infraestrutura do seu negócio:

  • Ter especialistas para gerir dispositivos e políticas de segurança;
  • Prevenir a interrupção do funcionamento da sua companhia;
  • Evitar o vazamento de informações sigilosas;
  • Manter a imagem da sua empresa;
  • Proteger-se contra o sequestro de dados.

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Conclusão

Depois de toda turbulência de 2020, o ano de 2021 promete ser de águas mais calmas e um cenário melhor para investimentos.

A expectativa é de alta nas exportações, o que torna esse um bom momento para pensar em expandir para fora do país.

Na hora de focar nas vendas no exterior, é crucial lembrar-se da importância de ter uma infraestrutura de tecnologia robusta e pensada para os diversos mercados. 

A competitividade aumenta significativamente quando se navega no mercado internacional. Assim, a inovação surge para facilitar diversos desafios de quem pensa em expandir para fora do país.

Assim, a Vivo Empresas conta com expertise como líder em serviços de conectividade do Brasil, além de Ferramentas de Colaboração e tecnologias estratégicas, como IoT e Big Data, locação de Equipamentos de microinformática, TI e Gestão de Tecnologia.

Quer saber mais dicas para crescer o seu negócio com a tecnologia? Leia estes artigos:

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