Por que cloud security é importante para todas as empresas?

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Você já deve ter notado que, com a onda de digitalização dos últimos anos e a mudança para o trabalho remoto, foi necessário mudar a forma como armazenamos os dados. Consequentemente, as empresas passaram a se preocupar também com a segurança na nuvem. 

Agora, essa é a tecnologia preferida das organizações. Primeiramente, porque as companhias desejam ter plataformas online para suportar seus dados e aplicações. Em seguida, porque a cloud traz eficiência, escalabilidade e redução de custos, o que faz com que a busca só aumente. 

Porém, à medida que os profissionais da segurança cibernética inovam, o mesmo ocorre com os invasores. Essa criatividade no ataque requer respostas adequadas por parte dos profissionais de segurança. 

Os desafios da segurança

Conforme as empresas vão para a nuvem e expandem seus aplicativos e serviços, as equipes de TI enfrentam novos desafios. É mais difícil proteger o que você não pode ver! Embora as organizações estejam se beneficiando do uso da tecnologia, as lacunas na segurança, os erros e as configurações incorretas são predominantes.

Além disso, as ameaças à segurança de dados em nuvem podem vir de vários locais diferentes, tanto de áreas internas quanto externas, desde usuários valiosos que usam dados incorretamente até cibercriminosos que tentam usar credenciais roubadas.

Lembre-se que a nuvem se transforma e exige defesas também dinâmicas. Para evitar o vazamento de dados, eu recomendo que o cliente procure soluções que podem automatizar o gerenciamento de segurança em diversas modalidades, incluindo IaaS, SaaS e PaaS.

Minha sugestão é escolher ferramentas de Cloud Security Posture Management (CSPM).  Estas capacitam as empresas a identificar e remediar riscos por meio de avaliações e monitoramento de conformidade automatizados.

A prevenção é a chave

Imagine que um número grande de usuários migram para a nuvem diariamente. Os cibercriminosos tendem a seguir o exemplo e acompanhar a tendência. É por isso que a segurança na nuvem é um requisito crítico para todas as organizações. 

Recentemente, li uma pesquisa de 2021 do (ISC) em que se anunciava que 94% das organizações estão, moderada ou extremamente, preocupadas com a proteção cibernética da nuvem. E mais: uma em cada quatro organizações está confirmando um incidente de segurança na nuvem nos últimos 12 meses. 

Outro ponto importante é que todos esses riscos não impediram as organizações de continuar sua migração para a nuvem.  Conforme apontou o analista sênior de cibersegurança no Enterprise Strategy Group, Doug Cahill, durante sua palestra na RSA Conference, quase um terço das organizações executam pelo menos 30% de suas cargas de trabalho em nuvens públicas atualmente. E, em dois anos, mais da metade (55%) o fará.

Isso representará alguns desafios sérios para as equipes de TI, que precisarão monitorar e proteger uma variedade crescente de cargas de trabalho espalhadas por vários serviços de nuvem pública. 

Em 2021, a Check Point listou quinze das maiores preocupações, ameaças e controvérsias atuais, quando se fala em cloud security. Não por acaso, a configuração e o uso inadequados da tecnologia, ambas questões de responsabilidade do usuário final, estiveram no topo da lista.

A conclusão, inclusive, corrobora com as estimativas do Gartner, que afirma que, até 2025, 99% das falhas na nuvem serão culpa do cliente.

Portanto, manter a segurança na nuvem leva a uma adoção mais rápida de mais cargas de trabalho e acelera as iniciativas de transformação digital.

É neste contexto que as soluções de gerenciamento de postura de segurança na nuvem (Cloud Security Posture Management, CSPM) têm se destacado, ajudando as empresas a proteger seus ativos na nuvem, em total conformidade, através de várias contas, diversas nuvens e cargas de trabalho efêmeras. 

As plataformas de CSPM utilizam serviços e ferramentas de segurança nativas na nuvem para proporcionar visibilidade dinâmica de ponta a ponta em termos de conformidade de configurações, correção automática de erros de configuração, inteligência e prevenção proativas de ameaças, bem como visualizações perspicazes relacionadas à segurança.

Tecnologia a serviço do usuário

Conforme você já pode imaginar, uma série de fatores contribui para que boa parte das fragilidades em cloud security digam respeito à conduta do usuário. Acima de tudo, é preciso lembrar que dois dos maiores trunfos da nuvem são justamente a facilidade de uso e de compartilhamento. 

Dessa forma, muito embora sejam úteis para otimizar tarefas diversas, tais atributos exigem uma mentalidade diferente durante o ajuste e uso da tecnologia, a fim de garantir que os acessos só sejam fornecidos às partes autorizadas – apenas enquanto for necessário. 

Ao mesmo tempo, isso não significa que o usuário deve lidar com todas essas circunstâncias sozinho. 

Tal qual noutros cenários, em que a disseminação de uma tecnologia disruptiva traz novas necessidades, além de oportunidades, há ferramentas inteligentes que podem ser utilizadas conjuntamente, a exemplo do CloudGuard, desenvolvido pela Check Point Software Technologies.

Capaz de automatizar a segurança, governança e conformidade da nuvem com políticas personalizadas, oferecendo visibilidade e controle de alta fidelidade, a solução protege os clientes de ataques cibernéticos de 5ª geração, com uma alta taxa de detecção do setor de malware, ransomware e outros tipos de ataques. 

Além disso, caso detecte configurações incorretas e demais ameaças, o CloudGuard é capaz de corrigi-las, permitindo, ainda, um gerenciamento facilitado de acessos e credenciais. 

Conclusão

A computação em nuvem tem sido revolucionária para os negócios. Mesmo não fazendo muito esforço, é possível citar inúmeras frentes em que seu desenvolvimento provocou mudanças, quase todas positivas, para as empresas.

O trabalho remoto é só um desses exemplos. Aqui, eu poderia citar, ainda, a ascensão dos pagamentos recorrentes e do formato As a Service, que dominou o mercado dos infoprodutos; a criação de plataformas diretamente na web, garantindo que essas estejam sempre online, entre muitas outras inovações oriundas do cloud computing.

No entanto, essa tecnologia só se tornou tão popular porque, apesar de ser muito eficiente no tocante às cargas de trabalho, dados e recursos com os quais lida, não deixa de também ser igualmente intuitiva e fácil de usar.

Neste caso, me parece razoável que o paradigma do cloud security deva oferecer esses mesmos benefícios, agregando segurança, conformidade e governança às infraestruturas em nuvem, naturalmente, sem que isso complique a rotina do usuário.

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